quinta-feira, 8 de maio de 2008

Os parque de Belo Horizonte


Venda Nova
Parque Alexander Brandt
Parque do Conjunto Habitacional Lagoa
Parque de Lazer Jardim Leblon
Norte
Parque do Bairro Planalto
Pampulha
Parque Ecológico Promotor Franscisco Lins do Rego (Parque Ecológico da Pampulha)
Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte
Parque Municipal Ursulina de Andrade Mello
Parque do Confisco
Parque Elias Michel Farah
Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado
Nordeste
Parque Ecológico e Cultural da Cidade Nova
Parque Orlando de Carvalho Silveira
Parque Municipal da Reserva Ecológica do Bairro União (Parque da Mantinha)
Parque Ecológico Renato Azeredo
Parque Professor Guilherme Lage
Parque Ismael de Oliveira Fábregas
Parque Escola Jardim Belmonte
Parque Maria do Socorro Moreira
Parque Ecológico de Lazer do Bairro Caiçara
Leste
Parque Marcus Pereira de Melo
Parque Linear do Vale do Arrudas (Parque do Centenário)
Centro-Sul
Parque Municipal Américo Renné Giannetti
Parque Municipal das Mangabeiras
Parque Julien Rien
Parque Mata das Borboletas
Parque Municipal Juscelino Kubitscheck (Parque do Acaba Mundo)
Parque Municipal Paredão da Serra do Curral
Oeste
Parque Halley Alves Bessa (Praça Márcio A Menin)
Parque Jacques Cousteau
Parque Estrela Dalva
Parque da Vila Pantanal
Parque Ecológico do Buritis
Parque Aggeo Pio Sobrinho
Barreiro
Parque Roberto Burle Marx (Parque das Águas)
Parque Ecológico Vila Pinho
Parque Estadual da Serra do Rola-Moça

Fundação ZooBotânica -BH


Originalmente projetado para sediar o Golf Club, a Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional -- IPHAN em 1994 como integrante do conjunto arquitetônico e urbanístico da Pampulha.
Numa área de 1 milhão e 750 mil m2, encontram-se 600 mil m2 de cerrado preservados. A partir de 1959 passou a abrigar o Jardim Zoológico da cidade. Em 1991 foi criada a Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte que passou a administrar o Jardim Zoológico e o Jardim Botânico de Belo Horizonte, que hoje funciona ao lado do Jardim Zoológico da capital. No dia 21 de maio de 2004, a Fundação Zoo-Botânica abre à visitação pública o Parque Ecológico da Pampulha, uma terceira área destinada, além da contemplação da natureza, à prática de esportes, lazer, cultura, pesquisa e visitas orientadas com fins educativos.

Flora
Jardins temáticos e estufas representativas dos biomas mineiros compõem a área de visitação do Jardim Botânico da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte. Exposição de bromélias, aráceas, plantas suculentas, medicinais e tóxicas e flores e cores (incluindo espécies endêmicas e ameaçadas de extinção). Destacam-se, inclusive, as coleções de referência para futuros estudos da flora mineira: Herbário, Carpoteca, Sementeca e Ervanário. As estufas são da Caatinga, Campo Rupestre, e Mata Atlântica. Inclui-se, também, as praças, o arboreto, os lagos de plantas aquáticas e a produção de mudas.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Parque do Museu de História Natural da UFMG


Criado em 1968. É uma das maiores áreas verdes da capital, ocupando uma área de 600 mil m2. Possui vários exemplares da flora (pau-brasil, sapucaia, barriguda) e fauna (mico-estrela, macaco-prego, saracura, jacu) nacionais, que podem ser observados nas trilhas. Exposições de arqueologia, mineralogia, física e laboratório interativo completam as atrações. Abriga também o Presépio do Pipiripau e o "Palacinho", prédio este que servia de residência aos governadores de Minas nas férias e finais de semana.

Parque Aggeo Pio Sobrinho


Localizado na av. Prof. Mário Werneck, o parque Ággeo Pio Sobrinho é aberto de terça a domingo de 8:00 as 18:00 hs.
Faz parte do maciço da Serra do Curral e contava com a presença de três nascentes e uma queda d’água, além de trilhas e clareiras. Para a população o parque oferece ainda brinquedos, 01 quadra, área de lazer e ao fundo traz a sua mata, ainda pouco visitada pela população local.
Em épocas em que a chuva se faz abundante é que podemos notar o tamanho do estrago que o parque Ággeo Pio Sobrinho vem sofrendo. A desagregação do solo e o transporte deste material pelas águas, uma vez que o sistema de coleta de águas pluviais não atende seus fins, traz uma triste cena ao parque. A topografia do parque já constitui um cenário propício a erosões. Juntando isto ao abandono sofrido e a degradação feita por alguns freqüentadores e algumas empresas, o parque vem sofrendo grandes perdas, em seus córregos, seu solo, sua fauna e flora.

Parque Municipal



É o mais antigo jardim público da cidade, inspirado nos parques franceses da Belle Époque. Foi inaugurado em 1897, no terreno da antiga Chácara do Sapo, que pertencia a Aarão Reis, engenheiro responsável pelo planejamento de Belo Horizonte. São 50 espécies de árvores, emolduradas pelos arranha-céus do centro. Abriga o orquidário municipal, o Teatro Francisco Nunes e o Palácio das Artes.
(O Parque Municipal Américo Renné Giannetti, com 180.000 m², de área cercada e com guaritas em todas as entradas, é o principal parque de Belo Horizonte. Ele fica no centro da cidade, ao lado da Avenida Afonso Pena.

Em março de 1894, a comissão construtora que se instalou em Belo Horizonte, sob a coordenação do engenheiro Aarão Reis, incluiu, dentro das medidas tomadas, a decisão de transformar a chácara de Guilherme Ricardo Vaz de Mello em área de lazer para a população, dando origem ao Parque Municipal. O projeto inicial foi elaborado pelo arquiteto-jardineiro Paul Villon, natural da França e aluno do naturalista também francês Glaziou, responsável pelo Jardim-Parque da Aclamação, no Rio de Janeiro.

Fundado em 26 de setembro de 1897, na época da construção da nova capital (Belo Horizonte). Reestruturado em 1992, através da Administração Regional Centro-Sul, em convênio firmado com a Companhia Vale do Rio Doce, sendo que algumas obras ainda ficaram por ser concluidas (complementação do orquidário, etc)

O parque foi inaugurado junto com a cidade. Porém, com o tempo, o parque perdeu mais que a metade de seu tamanho original. )

Praça do Papa


Em Belo Horizonte, não pergunte pela Praça Israel Pinheiro. "Nunca ouvi falar", é o que provavelmente vão responder.

Tente "Praça do Papa", e para o alto apontarão. Não para o céu, mas quase: a praça está localizada a mais de mil metros de altitude, nos pés da Serra do Curral.

Lá de cima, em 1980, o então sucessor de São Pedro e Patriarca de Roma exclamou extasiado: "que belo horizonte!". A influência católica nas alterosas fez o nome pegar: pronto, Praça do Papa.

É um dos pontos mais altos da cidade, nos dois sentidos. A panorâmica da capital mineira lá do alto é um dos melhores cartões-postais da cidade.

É endereço certo para os turistas e também para os belo-horizontinos. Tradicionalmente o local é dedicado ao romance dos casais mineiros e às pipas dos garotos de final de semana.

Tem se tornado lugar para a prática de alguns esportes. Principalmente o longboard, que pode desfrutar das longas ladeiras que envolvem a praça.

Área verde de Belo Horizonte

Belo Horizonte possui quase 30 parques e mais 200 áreas verdes. É um patrimônio ambiental que contribui para tornar a cidade mais agradável para habitantes e visitantes. No trabalho falaremos sobre alguns principais parques.


Parque das Mangabeiras

O Parque das Mangabeiras é a maior área verde da capital mineira e um dos maiores parques urbanos da América Latina. Com seus 337 hectares e mais de 2 milhões de metros quadrados, o Parque das Mangabeiras está localizado na Serra do Curral.

O parque é um local de preservação e pesquisa ambiental aberto ao público. O espaço é habitado por mais de uma centena e meia de espécies de aves. A mata é composta por diversas amostras da vegetação mineira.

A paisagem verde foi projetada por Burle Marx e está localizada a mais de mil metros de altura, em um dos pontos mais altos de Belo Horizonte.

O local conta também com estrutura para a realização de shows e espetáculos. Algumas vezes por ano a Prefeitura de Belo Horizonte escolhe o ambiente para apresentações de peças de teatro e shows de música popular.